*O código de acesso apenas é válido para a configuração da sua conta.
Entrar
My English Corner: My House
c
a
d
h
f
e
Trofa +
Este projeto, direcionado para a comunidade escolar, tem como missão promover a igualdade de acesso a uma educação de qualidade. A plataforma do projeto favorece a realização de atividades dinâmicas e lúdicas e promove conhecimentos, competências e valores que ajudam as crianças a desempenhar um papel ativo na comunidade.
Mural
Partilhar ideias, projetos, experiências e conquistas, de forma segura e interativa! O Professor e o Coordenador podem criar artigos e partilhá-los com a sua turma ou com a comunidade educativa. Todos os utilizadores podem interagir com "Gostos" e comentar os artigos publicados.
Aprende a ser um cidadão ativo!
Os alunos vão descobrir a importância de serem cidadãos ativos, responsáveis e solidários, para a construção de uma comunidade melhor. Também vão descobrir o património do seu concelho, através da exploração de incríveis animações e jogos sobre os monumentos, as personalidades, as lendas e tradições.
Desafios e Concursos
Espaço para conquistar novos desafios e crachás especiais! Com os Concursos a comunidade vai pôr à prova a sua criatividade e ganhar prémios! Estas atividades, de uma forma lúdica e interativa, apelam a uma participação ativa e a uma maior responsabilização, na construção da comunidade local.
Crachás
A plataforma atribui, de acordo com indicadores de desempenho predefinidos, crachás ao aluno quando completa uma determinada atividade. O Professor e o Coordenador podem criar crachás personalizáveis e atribuí-los aos alunos.
Multiplataforma
Sempre disponível e em qualquer formato! O mural e os recursos educativos estão disponíveis online e em dispositivos móveis (Android e IOS).
a
Mural
Rede Social e Comunitária
Coordenador Trofa
Coordenador Município , Trofa
14/07/2020 14:21
Educar para a Paz – uma nota de optimismo
A humanidade só pode progredir se dedicar às crianças uma educação que leve à paz, à autoconsciência, à conexãoe à liberdade.
Maria Montessori


Abrimos o jornal… ligamos a televisão… e o nosso coração aperta-se um bocadinho… Que mundo éeste em que criamos as nossas crianças!?
Qual o legado que lhes deixamos!?A ciência, a tecnologia prometeram-nos a Paz… a concordância entre os povos… Mas, tantas vezes,observamos como é usada para a Guerra… para a discórdia… No nosso pequeno cantinho,perguntamo-nos “Mas o que é que eu posso fazer!?” E desviamos a nossa atenção para outrocanal, outra leitura que nos alivie um pouco esta angústia que ainda aperta no peito.

Educar para a Paz começa desde o berço. Ou até antes. Começa com a nossa construção enquantoser humano. Consciente e interligado com o Mundo. Começa com a reflexão sobre nós próprios.Quem somos, o que queremos, como nos posicionamos nas diferentes situações. Do queprecisamos para nos sentirmos seguros e felizes.

Educar para a Paz começa também com a certeza profunda que a evolução e o desenvolvimentose fazem em cooperação e não em competição. Contrariamente àquilo que por vezes supomos, aHumanidade chegou até ao momento atual – com todas as mudanças extraordinárias desde a Pré-História até à atualidade – porque cooperou.

Margaret Mead, uma antropóloga cultural norte-americana (1901-1978), é protagonista de umahistória interessante. Quando um estudante lhe perguntou qual poderia ser considerado oprimeiro sinal de civilização numa dada cultura, porventura esperava que a sua resposta serelacionasse com as “evoluções tecnológicas” marcantes da antiguidade e que facilitaram asobrevivência (anzóis, recipientes de barro, pedras de moagem). Porém, esta referiu que oprimeiro sinal de civilização numa cultura antiga era um fémur (osso da coxa) que tivesse sinais deter partido e estar curado. Mead explicou que, no reino animal, partir uma perna é sentença demorte. Não se pode fugir do perigo, chegar ao rio para beber água ou caçar para comer. Passa-se a ser carne para os animais selvagens em redor. Isto é, nenhum animal sobrevive o tempo suficientepara que uma perna partida possa ficar curada. Um fémur partido com sinais de que está curadodemonstra que alguém dedicou o seu tempo a ligar a ferida de quem caiu, a transportar essapessoa para um sítio seguro e a acompanhá-la durante o tempo de recuperação. A civilizaçãocomeça quando se ajuda alguém que está em dificuldades.

A Humanidade emerge da cooperação, a civilização surgiu quando os homens se começaram aimportar uns com os outros. Quando perceberam que, em conjunto, as suas hipóteses desobrevivência aumentavam exponencialmente, num mundo cruel e violento para um simpleshumano isolado e desprotegido.Num mundo que só pode evoluir através da colaboração, onde começamos a perceber aimportância de todos – independentemente de género, nacionalidade ou cor da pele… – importatambém perceber aquilo que a compreensão da infância (e da criança) nos pode oferecer.

Cristina Tébar, no livro “Educar com o Coração – pedagogia montessori em casa” (2016), utiliza ametáfora da semente: a criança ao nascer, é como uma semente a brotar. A semente encerradentro de si toda a informação que necessita para brotar e se desenvolver (não precisa queninguém lhe diga como crescer e florir…), mas necessita de um meio e estímulos adequados paraque tal aconteça (solo, luz solar, água…). Do mesmo modo, a criança quando nasce encerra dentrode si todo o potencial do seu desenvolvimento, mas, evidentemente, beneficia de um meio queesteja preparado para si e lhe permita, o mais autonomamente possível, explorar, conhecer etreinar competências em segurança, bem como estímulos adequados à sua idade e fase dedesenvolvimento.

Olhemos então para as suas atividades/comportamentos através desta lente – da necessidadeintrínseca e autopropulsora de desenvolvimento da criança – e analisemos se tudo o que fazemosa apoia nesse desenvolvimento ou apenas dificulta (por exemplo, vestimos e calçamos a criançapor ela, ou mostramos-lhes pacientemente e por etapas como o fazer – a partir do ano e meio acriança já começa a ser capaz de vestir/despir sozinha certas peças desde que lhe demonstremcomo o fazer e lhe deem o tempo e espaço necessário para o treinar até conseguir).

Permitir que a criança faça sozinha demora mais tempo e, implica, necessariamente, mais erros,mais tentativas frustradas e, frequentemente, mais desarrumação e sujidade. Mas este é uminvestimento a longo prazo.

Quando fazemos por ela, resolvemos o problema na hora. Mas estamos a frustrá-la nas suastentativas e a impedir que, desde logo, desenvolva um sentido de competência, confiança esegurança em si própria que, mais tarde, lhe permitirá empreender atividades e projetos decomplexidade e grandiosidade crescente.
Se queremos ganhos a longo prazo, temos de investir tempo e energia agora!
A criança não é um mini adulto. Tem muitas fragilidades e muito aprender. Mas também todosnós.

Termino com um pequeno exercício de imaginação (e empatia): imagine-se a chegar a um novoemprego. Está receoso porque não sabe o que vai encontrar, mas conhece as suas competências eestá disposto a aprender para desempenhar as suas novas funções o melhor possível. Agoraimagine que tem um chefe que lhe diz continuamente que não está a fazer nada bem, que édemasiado novo, que não percebe o funcionamento da empresa, que o melhor é deixar outrocolega mais experiente fazer as coisas mais difíceis por si…
Como se iria sentir? – Desmotivado? Furioso? Zangado? Triste?

Acomodava-se à situação? Ou reagiria de forma agressiva?

É assim que as nossas crianças se sentem todos os dias… Quando lhes dizem que são demasiadopequenas… que não sabem… não conseguem… não percebem…
Nós gostaríamos de ter um chefe que nos orientasse e nos desse as condições necessárias paradesenvolvermos o nosso trabalho adequadamente e com sucesso. Da mesma forma, as nossascrianças necessitam de adultos e meios “preparados” que lhes deem as condições adequadas paraevoluírem e crescerem de forma autónoma, independente e feliz.
Não precisamos de tirar nenhuma “especialização em infância” para sabermos educar os nossosfilhos… Às vezes, basta “descomplicar”, colocarmo-nos ao nível da criança e procurar olhar omundo com os seus olhos…
A criança, um adulto em potência, realiza um trabalho extraordinário desde o nascimento até àvida adulta. E este desenvolvimento será bastante mais prazeroso e proveitoso para todos se forfeito em cooperação.Precisamos mostrar à criança que o mundo também é seu, também foi feito para si…

Precisamoscriá-la com carinho e amor, compreensão e empatia, para que mais tarde ela também saibareplicá-lo, enfrentando as dificuldades e desafios com esperança, confiança, tenacidade epersistência.

Carina Lima PereiraTécnica Superior de Psicologia // GMAPP


Coordenador Trofa
Coordenador Município , Trofa
25/06/2020 11:59
O papel da Escola, dos Professores e das Famílias no Ensino à Distância
A CONFAP - Confederação Nacional das Associações de Pais está a um realizar estudo através de um questionário, no âmbito da iniciativa Escola Amiga da Criança, em parceria com a Leya, a Católica Porto Business School, e a Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica do Porto. Este é destinado a todos os encarregados de educação e pretende-se aferir a opinião dos encarregados de educação sobre a Missão da Escola, o papel dos professores e as medidas educativas em vigor no actual contexto de pandemia de COVID-19.

Agradecemos a vossa participação.
Questionário disponível em:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeXwneX6yyAmgUwqt6WCOzzRI4OnynlSmknHzD7U5xA4-imSQ/viewform


Informações: escolaamigadacrianca@gmail.com.

Sónia Garcia da Costa
Coordenador Município , Trofa
25/06/2020 11:26
As crianças precisam de tempo para brincar!
Ah, junho! E com junho chega o Verão, as férias grandes, o tempo para “descomplicar”! Recorda-se de quando era criança e se aproximavam as “férias grandes”? Como era passado esse tempo? Certamente, entre (poucos) trabalhos escolares e muito, muito tempo para brincar! Porém, os tempos mudaram, em parte devido às exigências socioeconómicas e às alterações nas estruturas familiares “típicas”. As crianças vivem elas próprias mergulhadas entre as exigências dos calendários letivos, das atividades extracurriculares, das obrigações escolares, com verdadeiras jornadas contínuas que as transformam em “crianças trabalhadoras”! Para muitas famílias e para muitas crianças, o tempo livre de obrigações é cada vez mais escasso, resumindo-se, em muitas situações, a um curto período de tempo entre o banho e o jantar. As pessoas sentem-se assoberbadas pelas inúmeras tarefas e são cada vez mais os elementos distratores que as afastam e que lhes retiram tempo de qualidade.E, este tempo de qualidade, tantas vezes preenchido com brincadeiras, com beijinhos e com abraços, com atenção (genuína), com caminhadas ao ar livre, com jogos da “apanhadinha” ou com banhos de vitamina d, parece cada vez mais raro! Desvalorizaremos, agora, o brincar? Essencial ao desenvolvimento global das crianças? Pois bem. Infelizmente, assim parece. Por mais contraditório que pareça, ao restringirmos (ou desvalorizarmos!) o brincar, estamos a inibir o desenvolvimento pleno das crianças! Brincar é essencial para o desenvolvimento global das crianças, na medida que favorece a sua vertente social, moral, emocional, cognitiva e física. Brincar, além de potenciar um enorme bem-estar através da diversão que propicia, é um importante veículo para que as crianças experienciem diferentes papéis, para expressarem as suas emoções, para desenvolverem competências socias de saber estar e saber ser e de empatia, tão necessárias à integração (e adequação!) escolar!Brincar é, portanto, uma ação de hétero e autoconhecimento; com o brincar as crianças exploram o mundo, conhecem-no e apreendem-no. As crianças, quando brincam ao faz-de-conta, experienciam diversos papéis, adquirem ou consolidam competências sociais, são encorajadas a resolver problemas do seu quotidiano e a apropriar-se de linguagem verbal e não verbal, desenvolvem empatia e aprendem as regras, o respeito pelas outras pessoas, pelos animais, pelas propriedades, pelo mundo, pois experienciam sentimentos e emoções positivas e negativas, como a bondade ou a frustração, essenciais à socialização. As crianças, enquanto brincam, exploram a atenção, a imaginação, a criatividade, formulam sonhos e concebem objetivos para elas próprias; desenvolvem a autoestima, experienciam a felicidade. Por isso, faça do brincar o seu trabalho de casa nestas férias!

Artigo de opinião elaborado pela Psicóloga Sónia Garcia da Costa (GMAPP/DEASS/CMT)
Alda Pinheiro
Professor ,
19/06/2020 19:12
Constrói o teu livro de desenhos!
Alda Pinheiro
Professor ,
18/06/2020 19:47
Constrói o teu jogo de matraquilhos
Olá criançada! Fica aqui uma ideia para vocês realizarem com a ajudas dos vossos familiares. Só precisas de uma caixa de sapatos, paus de espetadas, molas da roupa e uma bola de ping pong. Depois de construído façam campeonatos de "matrecos! Vão ver que este jogo é super divertido! Tirem fotos aos vossos trabalhos e partilhem connosco, para isso basta enviar-nos as fotografias para o email: educacao@mun-trofa.pt
Beijinhos

Sónia Garcia da Costa
Coordenador Município , Trofa
18/06/2020 16:50
Os avós
Ser avó ou avô é um desejo muito comum. Habitualmente, é considerada uma experiência muito compensadora, na qual há espaço para a transmissão de conhecimentos sobre a história familiar para regressar à experiência do cuidar, do dar afeto, sem pressões. A responsabilidade sobre a educação e a formação pessoal e socio moral, porém, deve recair sobretudo nos pais.
Muitas crianças confundem o papel dos pais e dos avós; e, não descurando a importância dos últimos, as principais linhas educativas, regras, rotinas, valores, são da responsabilidade dos pais. Obviamente, os avós podem participar nestas tarefas, com a devida cautela para que os pais percebam que não lhes é permitido delegar por completo essa responsabilidade. Os pais podem, sim, causar frustração nas crianças; podem, sim, dizer “não!” todas as vezes que forem necessárias; os pais não devem desautorizar-se um/a ao/à outro/a; os pais não devem entrar em conflito com os avós por causa da responsabilidade de educar uma criança. O surgimento de divergências é, efetivamente, comum.Cada um ocupa o seu lugar. Complementam-se. Os avós são os distribuidores oficiais de carinho, de compreensão, de guloseimas, de meias quentinhas para os invernos frios. Os avós podem, sim, ir buscar as crianças à escola e aconchegá-las em casa, enquanto estas bebericam uma caneca de leite com mel e ouvem histórias sobre antepassados mais ou menos aventurosos. Os avós, embora percebam que o papel de educar e formar seja da responsabilidade dos pais, não podem, nunca, permitir que as crianças ultrapassem a linha do respeito ou que estas façam tudo o que lhes apetecer. Há que impor regras e limites e proibições para o abuso da boa vontade. Há que dizer “sim”, mas também há que dizer “não”.
Ora, não há “deseducação” se as crianças não tiverem dúvidas sobre quem são as figuras de autoridade. Parece, sim, haver evidências de que as crianças crescem mais felizes quando os avós estão presentes nas vidas deles (eu sou um bom exemplo!); a proximidade entre netos e avós pode ajudar a compensar a distância que o mercado de trabalho impõe nas relações pais-filhos, assim como a ajustar e a assimilar valores, transições na vida, como por exemplo quando os pais se divorciam. Eventualmente, um divórcio pode também conduzir ao afastamento entre netos e avós, destruindo laços de valor inigualável!
Os avós têm direito a ser avós, só avós. E não devem ser pais duas vezes.

P'la equipa do GMAPP/DEASS,
Técnica Superior de Psicologia * Sónia Garcia da Costa
Coordenador Trofa
Coordenador Município , Trofa
09/06/2020 14:16
Como acabar com as birras das crianças na hora das refeições!
O que fazer quando o seu filho se recusa categoricamente a comer frutas, legumes ou vegetais? A hora das refeições pode ser um stress para toda a família, especialmente quando os pequenos resistem a comer o que está no prato.

O duelo é sempre o mesmo: os pais temem que os filhos não estejam a comer o suficiente para obter energia e as crianças preferem ingerir alimentos que nem sempre são saudáveis na opinião dos mais velhos.

Mas o que fazer quando o seu filho se recusa categoricamente a comer?

Forçá-lo a comer, por exemplo, nunca é uma boa estratégia.

Confira as dicas que se seguem.

Influência positiva

Os hábitos alimentares das crianças são influenciados pelo que veem ao seu redor, por isso, se há muitos doces e batatas fritas em casa ou na casa de um amigo, provavelmente irão preferir esses alimentos, em detrimento de outros. Felizmente, a pressão social pode funcionar nos dois sentidos. Como pais, somos o modelo de liderança para os nossos filhos, ou seja, os nossos comportamentos e hábitos são um exemplo para eles. Se eles nos veem a comer regularmente, saboreando e desfrutando de alimentos saudáveis, vão estar mais dispostos a prová-los. Por isso, se conhece uma criança que é mais ousada em relação à média do paladar infantil, convide-a para comer em sua casa com os seus filhos em algum momento. Ao vê-la comer fruta e legumes, o seu filho provavelmente vai querer emular esse comportamento.

Dê tempo ao tempo

Depois de criar uma atmosfera positiva em torno de comida saudável, é hora do próximo passo.

Mas isto irá levar tempo. Aqui estão algumas sugestões:

Introduza o novo alimento em pequenas porções de modo a não sobrecarregar o paladar de seu filho. Comece com pequenos pedaços do seu próprio prato. Uma criança pode demorar entre 10 a 15 dentadas para se acostumar a um novo alimento. Prove o alimento juntamente com o seu filho, mostrando que também está disposto a saborear coisas novas, pois lembre-se que, enquanto pais, somos um exemplo para os nossos filhos. Mantenha-se sempre positivo e tranquilo, mesmo em momentos de tensão. Tenha em mente que dar ao seu filho alimentos açucarados ou doces regularmente vai desenvolver o paladar deles para gostar mais e preferir esse tipo de comida. Faça da refeição um momento descontraído e relaxado e sempre que for possível, envolva a criança na preparação dos alimentos.

Procure estimular no seu filho a curiosidade sobre os alimentos, falando sobre o que você come: que aspeto o alimento tem, de onde vem, como é produzido. Em vez de usar doces como motivação, pode optar por criar uma tabela de recompensas.

Não se impaciente

Mantenha a calma e evite perder a paciência; caso contrário, o ambiente poderá tornar-se tenso e tudo será mais difícil. Não é o único pai ou mãe que sofre com os filhos na hora das refeições. Este é um momento que ocorre quando as crianças estão a tornar-se mais independentes. Acredita-se que a rejeição a experimentar comidas novas faz parte de um desenvolvimento evolutivo que surgiu para evitar que os pequenos comam alimentos potencialmente perigosos enquanto exploram o ambiente a seu redor.

Tente manter uma atitude positiva, especialmente quando se fala de comida

Lembre-se de que as crianças mudam de humor todos os dias. Por isso, talvez agora rejeitem um alimento e amanhã estejam mais abertos a outras experiências gastronómicas.

Se existem alimentos que prefere que os seus filhos não comam - por exemplo, alimentos processados, ou carne, se for vegetariano não dê importância a estes, mas sim naqueles que eles podem comer à vontade. Isto porque se o seu filho associar algum alimento a algo negativo, irá estar menos disponível para o experimentar.

GMAPP- Psicóloga, Raquel Campos Costa.


Coordenador Trofa
Coordenador Município , Trofa
04/06/2020 11:53
Vamos conversar sobre Sentimentos?
Pois é, sabiam que, falar sobre emoções não é fraqueza? Sabiam que, falar sobre emoções ajuda (tanto aos adultos como às crianças) a conseguir gerir melhor os seus sentimentos?

Falar sobre o que sentimos e estar disponíveis para escutar o sentir do outro, em total respeito e empatia, é o que mais nos aproxima e fortalece.

Quantas vezes deixamos os nossos filhos na escola e vamos para o trabalho a pensar "Porque é que temos sempre de nos chatear logo de manhã, uns com os outros? Porque é que as coisas não correm bem?" Prometemos que quando os formos buscar, as coisas serão diferentes, planeamos atividades para fazermos no fim do dia, idealizamos os momentos que queremos viver, para depois esbarrarmos no cansaço deles (e no nosso) e é o "vira-o-disco e toca o mesmo”. Zangamo-nos, gritamos e afastamo-nos e sentimos o nosso coração a ficar pequenino porque sabemos que não é nada daquilo que queremos para nós, mas, essencialmente para os nossos filhos...

Mas, há formas simples e práticas de dar a volta ao texto e de educarmos crianças resilientes, positivas e felizes, sem abdicar da autoridade e das regras e limites, equilibrando tudo com mimo, empatia, carinho e amizade. Na grande maioria das vezes, é suficiente percebermos o porquê daquela birra que aparece vinda do nada, aprendermos a falar de forma mais coerente e consciente com os nossos filhos, a escutá-los tendo atenção ao que dizemos e também como dizemos.

Pais, não tenhamos medo de conversar sobre as emoções dos nossos filhos. Os medos das crianças não irão intensificar-se por falarem abertamente sobre eles, pelo contrário, ficarão menos assustadores. Do mesmo modo que, a criança não cairá num poço de tristeza por falar abertamente das saudades que sente de um familiar que já partiu, pelo contrário, sentem-se melhores, ficará mais leve.
Pais, vamos falar sobre os nossos sentimentos! Quando o fazemos, estamos a mostrar à criança que todos temos emoções, que está tudo bem em acolhermos o que sentimos e em partilharmos os nossos sentimentos. Na realidade, o que é verdadeiramente importante, é mostrar à criança formas saudáveis de lidar com os sentimentos e as emoções, portanto, devemos ter especial atenção ao que fazemos com aquilo que sentimos.

Por isso, primeiro passo para trabalharmos a educação emocional das nossas crianças será, sempre, através do exemplo. Quanto mais nos aproximarmos do universo emocional (do nosso e do delas), mais saudável esse processo e essa gestão será.

A liberdade, a segurança e a tranquilidade que adquirimos quando passamos a saber olhar, ouvir, partilhar e saber ajudar é enorme por isso, vamos conversar com os nossos filhos sobre sentimentos - os nossos e os deles!

GMAAP- Psicóloga, Raquel Campos Costa.
Alda Pinheiro
Professor ,
28/05/2020 14:56
Carimbos feitos com batatas
Olá criançada!

Espero que se encontrem bem!
Deixo-vos aqui uma atividade super divertida... Um passo a passo como fazer carimbos de batatas em família. Experimenta, diverte-te muito! No final podes partilhar as fotos ou vídeos dos vossos trabalhos connosco, enviando um email para educacao@mun-trofa.pt.


Bom trabalho !
Beijinhos
Coordenador Trofa
Coordenador Município , Trofa
29/05/2020 15:35
Da fábula à vida real…
Dizem que a fábula é uma das formas mais antigas de se contar histórias. Esopo, seu criador, era um escritor sábio da Grécia Antiga que escolhia animais para personagens e, através deles, as histórias podiam retratar as atitudes das pessoas e mostrar o que era certo e o que era errado. Seguiram-se outros autores, sendo um dos mais célebres o francês Jean de La Fontaine (1621 – 1695). Hoje, as fábulas foram modernizadas para cativar mais os pequenos leitores e são recontadas por novos autores.
As fábulas são histórias com o objetivo de ensinar algo. Costumam tratar de temas comuns no dia a dia das crianças e, geralmente, utilizam animais, forças da natureza ou objetos que possuem atributos humanos (falam, pensam e agem como as pessoas).
Desta forma, as personagens cometem erros e acertos e possuem qualidades e defeitos. Ao mesmo tempo que contam uma história “real”, as fábulas remetem para um mundo mágico e imaginário, aproximando-se do universo infantil em forma de fantasia, para transmitir às crianças valores morais. As crianças aprendem por observação e por imitação do que vivenciam.
Ao ouvirem uma fábula, elas têm a oportunidade de refletir sobre suas atitudes e valores, tanto no relacionamento com amigos e colegas como com os familiares. Daí, a importância da leitura de fábulas para a educação das crianças, desempenhando de uma maneira significativa e prazerosa, o papel de transmissão, construção e reconstrução de conhecimentos e formação de atitudes e valores.
Nem sempre será necessário contar às crianças qual é a moral da história. Muitas vezes, é mais interessante deixar que elas mesmas concluam acerca da moral, de modo a que desenvolvam a capacidade de reflexão e a análise crítica.
Em determinadas ocasiões, a história pode ser somente contada, e em algum outro momento do dia a dia ela reaparecerá, trazendo consigo uma oportunidade de aplicação dentro do quotidiano da criança.
A título de exemplo, seguem algumas fábulas e a respetiva visão/reflexão que pode ser trabalhada com a criança: . “A Formiga e a Cigarra”, é uma das fábulas mais conhecidas e aborda questões sobre o presente e o futuro, gastar ou poupar e trabalhar ou aproveitar.
Reflete acerca da necessidade de trabalhar/estudar e construir um futuro próspero. Por muito tentador que pareça, lembra que não podemos ceder apenas ao ócio e ao lazer e deixar as nossas responsabilidades de lado. Mesmo nas fases mais positivas e ensolaradas, precisamos de ser conscientes e continuar a batalhar, para mais tarde, podermos colher os frutos do nosso esforço.. “A Lebre e a Tartaruga”, esta é uma história de persistência, foco e determinação.
Quando queremos mesmo alcançar um objetivo, somos capazes de vencer as nossas próprias limitações, se nos esforçarmos realmente. Pelo contrário, se tivermos confiança em excesso e apenas contarmos com nossas aptidões naturais, arriscamo-nos a "perder a corrida".. “O Cão e a Máscara”, centra-se na necessidade de aprender a ver além das aparências. Por vezes, podemos ficar tão fascinados com a imagem de alguém que nem reparamos no que está do lado de dentro, ou vice versa.
A narrativa sublinha que as nossas escolhas não devem ser superficiais e que, no fundo, é mais importante ter inteligência do que beleza.. “A Cabra e o Asno”, ajuda a perceber que a cobiça e a inveja podem levar algumas pessoas a cometer atos impensáveis de crueldade.
Serve para alertar que aqueles que conspiram para prejudicar os outros, muitas vezes acabam por se dar mal.
Posto isto, resta-me desejar excelentes leituras e reflexões!


GMAPP: Psicóloga, Ângela Mendes
b
Conteúdos
Recursos educativos promotores do sucesso escolar
Educação para a Cidadania
Nas temáticas Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável e Educação para a Saúde os alunos vão explorar, de forma ativa e lúdica, conteúdos e ações que contribuem para o seu desenvolvimento e para a construção de uma sociedade mais solidária e participativa.
Edu. Ambiental   e Desenv. Sustentável
Educação para a Saúde
Segurança Rodoviária
Igualdade de Género
Floresta
Oceano
Currículo Local
Com base nos conceito de Património e Poder Local os alunos vão conhecer o património material e imaterial do seu concelho e compreender a importância da sua participação, como cidadãos ativos e responsáveis, na construção de uma comunidade melhor.
Património Local
Poder Local
Conteúdos
Curriculares
Centenas de atividade multimédia, interativas e dinâmicas, desenvolvidas para a Educação Pré-Escolar e para o 1.º Ciclo do Ensino Básico, para serem utilizadas no jardim de infância, na escola e em casa. As crianças vão aprender ao seu ritmo e de forma criativa.
Coleção Manual Digital
Coleção My English Corner
Coleção Preparação para as Provas