*O código de acesso apenas é válido para a configuração da sua conta.
Entrar
My English Corner: My House
c
a
d
h
f
e
Trofa +
Este projeto, direcionado para a comunidade escolar, tem como missão promover a igualdade de acesso a uma educação de qualidade. A plataforma do projeto favorece a realização de atividades dinâmicas e lúdicas e promove conhecimentos, competências e valores que ajudam as crianças a desempenhar um papel ativo na comunidade.
Mural
Partilhar ideias, projetos, experiências e conquistas, de forma segura e interativa! O Professor e o Coordenador podem criar artigos e partilhá-los com a sua turma ou com a comunidade educativa. Todos os utilizadores podem interagir com "Gostos" e comentar os artigos publicados.
Aprende a ser um cidadão ativo!
Os alunos vão descobrir a importância de serem cidadãos ativos, responsáveis e solidários, para a construção de uma comunidade melhor. Também vão descobrir o património do seu concelho, através da exploração de incríveis animações e jogos sobre os monumentos, as personalidades, as lendas e tradições.
Desafios e Concursos
Espaço para conquistar novos desafios e crachás especiais! Com os Concursos a comunidade vai pôr à prova a sua criatividade e ganhar prémios! Estas atividades, de uma forma lúdica e interativa, apelam a uma participação ativa e a uma maior responsabilização, na construção da comunidade local.
Crachás
A plataforma atribui, de acordo com indicadores de desempenho predefinidos, crachás ao aluno quando completa uma determinada atividade. O Professor e o Coordenador podem criar crachás personalizáveis e atribuí-los aos alunos.
Multiplataforma
Sempre disponível e em qualquer formato! O mural e os recursos educativos estão disponíveis online e em dispositivos móveis (Android e IOS).
a
Mural
Rede Social e Comunitária
Coordenador Trofa
Coordenador Município , Trofa
15/09/2020 16:23
Inscrições Meninos Cantores
O coro dos Meninos Cantores do Município da Trofa vai recomeçar as atividades no dia 3 de setembro.
Neste momento estamos a receber inscrições.
Meninos Cantores do Município da Trofa Inscrições abertasFrequência no coro é GRÁTIS.
Os interessados poderão fazer a sua inscrição e experimentar cantar em coro no dias 5, 12,19 e 26 de setembro (sábados) das 10h às 12hRua Dr. Avelino Moreira Padrão, 716Santiago de Bougado4785 695 Trofa. Informações 965581952
Coordenador Trofa
Coordenador Município , Trofa
15/09/2020 15:53
Escola em Segurança
Coordenador Trofa
Coordenador Município , Trofa
20/08/2020 14:35
DivertidaMente… explorando o curioso mundo das emoções
DivertidaMente é um filme da Disney que aborda o tema da inteligência emocional de forma simples e didática. É ideal para um momento inspirador em família, facilitando a partilha de sentimentos e emoções, na hora e em alturas posteriores.
Para quem não ainda não viu o filme, resumidamente, conta a história de Rilley, uma menina de 11 anos que enfrenta uma série de mudanças na sua vida. O enredo desenrola-se dentro da cabeça da menina, onde cinco emoções — Alegria, Tristeza, Medo, Raiva e Nojo — são responsáveis por processar as informações e armazenar as memórias. O que este filme nos mostra é que o campo emocional das crianças é muito mais complexo e não se resume apenas a sentir-se bem ou mal. Seguem-se alguns pontos que pode explorar com a sua visualização:

1. Todas as emoções são importantesÉ importante as crianças perceberem que apesar de preferirmos os momentos alegres da nossa vida, cada emoção tem a sua importância e é necessário saber usá-las da melhor forma possível diante dos desafios. Precisamos de ter alegria no momento certo e dar passagem para a tristeza em determinadas ocasiões. Por vezes, o exagero na felicidade faz a criança perder a noção das coisas: é como se tudo fosse mais florido do que na realidade. O filme apresenta-nos ainda o Medo e o Nojo como sentimentos igualmente importantes. O medo porque também nos protege, por exemplo, impede que a criança entre na jaula do leão durante uma visita ao jardim zoológico. O medo torna-se preocupante a partir do momento que limita significativamente a criança na sua vida diária. O Nojo, de igual forma, tem um caracter protetor, por exemplo, não nos deixa comer um iogurte estragado. Por sua vez, a quinta emoção - a Raiva- por vezes ajuda a impedir injustiça. Este sentimento tem o potencial de corrigir eventuais injustiças. A raiva estimula a criança a defender-se, mas se ultrapassar os limites, pode tornar-se altamente destrutiva.
É fundamental explicar à criança que o segredo está no equilíbrio.

2.A expressão emocional também se modela Os pais e cuidadores devem estimular as suas crianças a expressarem-se de maneira natural e frequente, caso contrário, as emoções podem acumular-se e gerar problemas graves no presente ou no futuro. Dê espaço e proporcione ao/à seu/sua filho/ oportunidades para dizer como se sente. Falar sobre os seus próprios sentimentos ajuda, se tivermos em conta a premissa de que os pais/cuidadores são os principais modelos das crianças.

3. As mudanças são inevitáveis e é importante aprender a gerir as emoçõesAs mudanças são inevitáveis, mas quando as coisas não acontecem da forma esperada, podem despoletar emoções intensas nas crianças e o mais comum é que elas não estejam preparadas e reajam de forma exagerada. É importante que as crianças se apercebam que não controlamos tudo o que nos acontece e que aprendam a lidar com as emoções de forma equilibrada. Conhecê-las é o primeiro passo nesta aprendizagem. Quando as crianças aprendem que vão acontecer mudanças e não podem controlar tudo, elas tornam-se mais flexíveis e abertas às transformações que ocorrem no mundo exterior.

4. O importante papel das memóriasDurante o filme, os cinco sentimentos ficam dentro de uma sala, onde acompanham tudo o que acontece com Rilley. Os principais eventos do dia são guardados em esferas — a representação das nossas memórias. As esferas que não são utilizadas vão parar ao lixo e tornam-se pó com o tempo, e as memórias base, são esferas em que estão guardados os momentos especiais da vida de Rilley — a brincadeira com os pais, os jogos com as amigas… Ou seja, todas as recordações que temos, sejam elas boas ou más, trazem consigo sentimentos. É natural que certas recordações sejam esquecidas com o passar dos anos. Isto acontece com muitas informações de pouca relevância emocional que processamos ao longo de um dia e de toda a nossa vida, por exemplo, o facto de não nos lembrarmos o que almoçamos no dia anterior. Outras recordações mais significativas, porém, ficam na nossa memória (memórias base) e determinam uma boa parte de nossa personalidade. Depois de algumas dicas para a exploração do filme, só me resta desejar um momento divertido e proveitoso em família!


Ângela Mendes - Psicóloga GMAPP


Coordenador Trofa
Coordenador Município , Trofa
10/08/2020 14:04
DivertidaMente… explorando o curioso mundo das emoções
DivertidaMente é um filme da Disney que aborda o tema da inteligência emocional de forma simples e didática. É ideal para um momento inspirador em família, facilitando a partilha de sentimentos e emoções, na hora e em alturas posteriores. Para quem não ainda não viu o filme, resumidamente, conta a história de Rilley, uma menina de 11 anos que enfrenta uma série de mudanças na sua vida. O enredo desenrola-se dentro da cabeça da menina, onde cinco emoções — Alegria, Tristeza, Medo, Raiva e Nojo — são responsáveis por processar as informações e armazenar as memórias. O que este filme nos mostra é que o campo emocional das crianças é muito mais complexo e não se resume apenas a sentir-se bem ou mal. Seguem-se alguns pontos que pode explorar com a sua visualização:

1. Todas as emoções são importantesÉ importante as crianças perceberem que apesar de preferirmos os momentos alegres da nossa vida, cada emoção tem a sua importância e é necessário saber usá-las da melhor forma possível diante dos desafios. Precisamos de ter alegria no momento certo e dar passagem para a tristeza em determinadas ocasiões. Por vezes, o exagero na felicidade faz a criança perder a noção das coisas: é como se tudo fosse mais florido do que na realidade. O filme apresenta-nos ainda o Medo e o Nojo como sentimentos igualmente importantes. O medo porque também nos protege, por exemplo, impede que a criança entre na jaula do leão durante uma visita ao jardim zoológico. O medo torna-se preocupante a partir do momento que limita significativamente a criança na sua vida diária. O Nojo, de igual forma, tem um caracter protetor, por exemplo, não nos deixa comer um iogurte estragado.
Por sua vez, a quinta emoção - a Raiva- por vezes ajuda a impedir injustiça. Este sentimento tem o potencial de corrigir eventuais injustiças. A raiva estimula a criança a defender-se, mas se ultrapassar os limites, pode tornar-se altamente destrutiva. É fundamental explicar à criança que o segredo está no equilíbrio.

2. A expressão emocional também se modela Os pais e cuidadores devem estimular as suas crianças a expressarem-se de maneira natural e frequente, caso contrário, as emoções podem acumular-se e gerar problemas graves no presente ou no futuro. Dê espaço e proporcione ao/à seu/sua filho/ oportunidades para dizer como se sente. Falar sobre os seus próprios sentimentos ajuda, se tivermos em conta a premissa de que os pais/cuidadores são os principais modelos das crianças.

3. As mudanças são inevitáveis e é importante aprender a gerir as emoçõesAs mudanças são inevitáveis, mas quando as coisas não acontecem da forma esperada, podem despoletar emoções intensas nas crianças e o mais comum é que elas não estejam preparadas e reajam de forma exagerada. É importante que as crianças se apercebam que não controlamos tudo o que nos acontece e que aprendam a lidar com as emoções de forma equilibrada. Conhecê-las é o primeiro passo nesta aprendizagem. Quando as crianças aprendem que vão acontecer mudanças e não podem controlar tudo, elas tornam-se mais flexíveis e abertas às transformações que ocorrem no mundo exterior.

4. O importante papel das memóriasDurante o filme, os cinco sentimentos ficam dentro de uma sala, onde acompanham tudo o que acontece com Rilley. Os principais eventos do dia são guardados em esferas — a representação das nossas memórias. As esferas que não são utilizadas vão parar ao lixo e tornam-se pó com o tempo, e as memórias base, são esferas em que estão guardados os momentos especiais da vida de Rilley — a brincadeira com os pais, os jogos com as amigas… Ou seja, todas as recordações que temos, sejam elas boas ou más, trazem consigo sentimentos. É natural que certas recordações sejam esquecidas com o passar dos anos. Isto acontece com muitas informações de pouca relevância emocional que processamos ao longo de um dia e de toda a nossa vida, por exemplo, o facto de não nos lembrarmos o que almoçamos no dia anterior. Outras recordações mais significativas, porém, ficam na nossa memória (memórias base) e determinam uma boa parte de nossa personalidade.
Depois de algumas dicas para a exploração do filme, só me resta desejar um momento divertido e proveitoso em família!

Psicóloga Ângela Mendes - GMAPP

Coordenador Trofa
Coordenador Município , Trofa
03/08/2020 16:02
Mãe também erra!
A mãe perfeita não existe, mas há um milhão de maneiras de ser uma boa mãe

É duro ser mãe, no entanto, é a experiência mais poderosa que uma mulher pode viver, porque nada irá marcá-la tanto quanto o momento em que segura o seu filho nos braços pela primeira vez e ele a olha nos olhos.Mas é duro.

“Você os ensinará a voar, mas não voarão seu voo. Ensinará a sonhar, mas não sonharão seu sonho. Ensinará a viver, mas não viverão sua vida.No entanto… em cada voo, em cada vida, em cada sonho, estará sempre a marca do caminho ensinado”.Madre Teresa de Calcutá

Não se trata apenas da falta de sono, das sequelas do parto, dos cuidados que um recém-nascido exige, do turbilhão de hormonas que deixa as mulheres com sentimentos de inquietação e desassossego até várias semanas depois nem da falta de experiência e da incerteza sobre se está a fazer as coisas de forma certa ou não, nem as próprias dúvidas e comentários de familiares bem intencionados, mas que não fazem nada além de disparar a sua própria insegurança, o seu medo. É muito mais do que tudo isto. Tornar-se Mãe implica uma rutura total e repentina com sua própria identidade, implica olhar-se no espelho, com o seu filho nos braços, e não se reconhecer.

A verdade é que a vida muda completamente com a chegada de um filho e, inevitavelmente, todo o nosso Ser, passa a pertencer também a ele porque ele depende de nós, de todos os nossos cuidados para sobreviver. Chegará o momento em que, quase sem se dar conta, o seu bebé começará a tornar-se cada vez mais independente de si. E, quando menos esperar, vai perceber que todo o seu esforço foi pequeno. Um dia, o seu filho irá chamá-la de mãe e vai ter a oportunidade de o ver a evoluir e a desenvolver-se e, nesses momentos, não vai querer anular esses sentimentos de amor e de gratidão.

Da mesma forma que não há um ser no mundo que não cometa erros, não existe um protótipo de mãe perfeita. Uma mãe é uma mulher com suas imperfeições e suas inseguranças, mas com uma grande responsabilidade que desempenhará da melhor forma que puder.Uma mulher, desde que se torna mãe, passa a possuir o maior privilégio do mundo: o do amor infinito. Uma mãe que ama os seus filhos cometerá sempre erros, mas o seu amor servirá de impulso para que os seus filhos se desenvolvam da forma mais harmoniosa possível.O coração de uma mãe aumenta diariamente porque uma mãe é uma versão maior de si mesma e seu coração é um universo infinito. Apesar dos seus erros a aproximarem de uma mãe do mundo real, é o ser mais divino que há no planeta.

O pior defeito que as mães têm é que morram antes de que seus filhos consigam retribuir parte do que elas fizeram por eles.Deixando um triste, culpado e desesperadamente órfão. Por sorte há uma só, porque ninguém aguentaria a dor de perdê-la duas vezes.
Isabel Allende


Psicóloga GMAPP -Raquel Campos Costa Trofa, 21 de julho de 2020




Coordenador Trofa
Coordenador Município , Trofa
30/07/2020 14:23
Desafiante ou desafiador? Comportamento
Quando falamos em comportamento desafiante ou desafiador, inicialmente, poderá parecer que falamos do mesmo conceito. No entanto, não significa o mesmo. A diferença é tanta que altera a forma como respondemos/reagimos às atitudes da criança/adolescente. Diante de um comportamento que entendemos como "mau", é provável que a nossa perceção seja que estamos a ser desafiados e provocados pela criança/adolescente e, automaticamente, reagimos numa atitude desesperada por obter maior controlo e impor limites.

Nesta situação, sentindo-se o adulto ameaçado, questionado, desrespeitado ou até impotente, interpretará o comportamento da criança como um ataque pessoal, um sinal de que não está a educar como deveria e que, portanto, precisará de impor mais e mais limites.

Mas as crianças, na maioria das situações, já conhecem perfeitamente os limites, certo? Existe, então, algo que falha no meio do processo e não será, seguramente, solucionado através de mais autoridade, limites, punições e desconexão.

O real desafio é saber lidar com comportamentos como os confrontos, birras, recusas, oposição, falta de colaboração, lutas de poder e tantos outros comportamentos indesejáveis. Estes comportamentos são, efetivamente, comportamentos desafiantes, não porque nos queiram desafiar diretamente, mas porque se apresentam como verdadeiros desafios, que tanto exigem da nossa autorregulação emocional e da nossa habilidade para educar.

O "mau comportamento" esconde sempre um pedido de ajuda e, por esse motivo, é essencial que paremos de olhar para esses momentos de descontrolo emocional e/ou de oposição como ataques pessoais e, sobretudo, à nossa parentalidade. Quando desenvolvemos a capacidade de encarar o "mau comportamento" como um indicador de que a criança/adolescente precisa de ajuda, orientação e conexão, estaremos a quebrar, gradualmente, o ciclo do "mau comportamento" padronizado. Por isso, é fundamental (re)educar o nosso olhar para que a nossa atuação possa, também, alterar-se…

Psicóloga GMAAP Raquel Campos Costa Trofa, 21 de julho de 2020





Coordenador Trofa
Coordenador Município , Trofa
23/07/2020 12:31
Educar para a Paz – Os Caminhos da Autonomia
“Se mostrarmos às crianças, com paciência, como fazer as coisas, elas vão gostar e dedicarem-se à atividade. A criança torna-se independente e, ao mesmo tempo, mais cooperativa, pois sente que o adulto está a fazer tudo para a conseguir ajudar. Assim, quando o adulto lhe pedir alguma coisa, ela também vai fazer, pois desenvolveu-se uma relação mútua de respeito.”

Gabriel Salomão, professor e pesquisador universitário de pedagogia.

É fundamental que conheçamos os nossos filhos e os deixemos explorar e realizar as atividades e tarefas que sejam adequadas para o seu desenvolvimento. A realização destas tarefas vai deixá-los mais confiantes e mais seguros, sentindo-se como parte integrante, útil e participativa do contexto familiar – e não apenas como um convidado em sua própria casa.

Para que a realização destas tarefas seja bem-sucedida e atinja os objetivos que se propõe, são fundamentais dois aspetos:

- AMBIENTE PREPARADO: tudo aquilo que a criança necessita para realizar as suas tarefas, deve ser colocado à sua disposição numa altura adequada, com tamanhos e pesos adequados também.

- ADULTO PREPARADO: ao explicar o que a criança consegue fazer, devemos mostrar devagar, usando apenas as palavras necessárias (se usarmos demasiadas palavras a atenção da criança vai dispersar-se), com gestos lentos e pausados, para que a criança consiga efetivamente aprender.

Depois, temos de as deixar fazer sozinhas. Afastarmo-nos um pouco, ocuparmo-nos de outras coisas e confiar nas crianças.
A criança vai errar, fazer mal, imperfeito, cansar-se, querer desistir… muitas vezes! Mas é em todo este processo que ela está a aprender. Está a aprender não apenas a realizar a tarefa em si (por ex. fazer a cama, pôr a mesa, calçar-se, vestir-se), mas também importantes competências de vida, como concentração, autocontrole, persistência, confiança e responsabilidade.
Quando as crianças conseguem, por si mesmas, realizar a tarefa a que se propuseram (ou lhes foi solicitada), sentem uma satisfação interior que cimenta a base da motivação intrínseca. A motivação intrínseca é aquela que nos faz trabalhar e cumprir com nossas tarefas pelo prazer de as realizar e não apenas para obter uma recompensa final. Essa motivação fortalece-nos, autorregula-nos e faz-nos acreditar nas nossas próprias competências e capacidades.

Em jeito de conclusão, é importante lembrar, a preparação do ambiente é muito importante (ambiente preparado, acessível e seguro para a criança) mas, tão ou mais importante, é também a preparação do adulto. Para tal, quando pretendemos desenvolver a autonomia das nossas crianças e, por inerência, trabalhar competências fundamentais de vida, é essencial manter em mente:
1. O objetivo não é que a tarefa fique perfeita, mas que a criança desenvolva a sua autonomia e confiança no processo de a realizar;

2. Erros, acidentes e imperfeições vão acontecer! Tente manter-se calmo e compreensivo. A criança está a aprender, como todos nós.

3. Para que a tarefa se desenvolva com sucesso (possível) e possa ser realizada pela criança, é fundamental compreender que:

– É preciso ver para poder fazer!As crianças precisam ver alguém a fazer a tarefa, com calma, silêncio, lentamente e, talvez, várias vezes.

– É preciso tempo para experimentar!Perante uma qualquer tarefa, o impulso da criança é sempre tentar melhorar e se aperfeiçoar sempre. Mas, para isso, temos de lhe dar o tempo necessário para que esta possa tentar, errar e tentar de novo, até conseguir. Geralmente, a criança não desiste… a não ser que esteja sempre a ouvir “deixa estar que eu faço… não vais conseguir… demoras muito tempo… és muito pequeno… estás a fazer tudo mal…”.– Qualquer ajuda desnecessária é um obstáculo!Se a criança se mantém concentrada, tentando realizar a tarefa autonomamente, procurando corrigir os erros e fazer melhor, a interferência do adulto rapidamente a vai levar a desistir, fazendo-a acreditar que afinal não é capaz, não é competente e o melhor é deixar que sejam os outros (mais competentes) a fazer.

É preciso trilhar o caminho da paciência com as crianças. Sermos pacientes connosco – permitindo-nos abrandar no frenesim dos dias e das nossas tarefas… Sermos pacientes com as crianças, permitindo-lhes descobrir o mundo e trilhar o seu caminho, observando como os seus olhos brilham perante cada nova descoberta ou conquista. E, talvez assim, nos lembremos também como brilhavam os nossos olhos sempre que nos permitiam descobrir um novo caminho.

Carina Lima Pereira Técnica Superior de Psicologia // GMAPPTrofa, julho de 2020
Alda Pinheiro
Professor ,
16/07/2020 09:07
Atividades de Férias
Estamos de férias de Verão…UPI, vai ser só diversão! Para ajudar a tornar os teus dias de praia mais divertidos aconselho-te a prestar atenção aos godos (pedras) que o mar nos devolve e recolhes os que mais gostares e pintas a teu gosto!Material: pincel, tinta giotto, aguarelas ou guaches e para finalizar cola branca. Ou seja, depois dos godos pintados deixas secar e passas por cola branca para lhe dar aquele efeito brilhante e resistência à água! Se quiseres partilhar os teus trabalhos na plataforma Trofa +, tiras uma fotografia e envias para o email: educacao@mun-trofa.pt que nós publicamos.Beijinhos
Coordenador Trofa
Coordenador Município , Trofa
14/07/2020 14:21
Educar para a Paz – uma nota de optimismo
A humanidade só pode progredir se dedicar às crianças uma educação que leve à paz, à autoconsciência, à conexãoe à liberdade.
Maria Montessori


Abrimos o jornal… ligamos a televisão… e o nosso coração aperta-se um bocadinho… Que mundo éeste em que criamos as nossas crianças!?
Qual o legado que lhes deixamos!?A ciência, a tecnologia prometeram-nos a Paz… a concordância entre os povos… Mas, tantas vezes,observamos como é usada para a Guerra… para a discórdia… No nosso pequeno cantinho,perguntamo-nos “Mas o que é que eu posso fazer!?” E desviamos a nossa atenção para outrocanal, outra leitura que nos alivie um pouco esta angústia que ainda aperta no peito.

Educar para a Paz começa desde o berço. Ou até antes. Começa com a nossa construção enquantoser humano. Consciente e interligado com o Mundo. Começa com a reflexão sobre nós próprios.Quem somos, o que queremos, como nos posicionamos nas diferentes situações. Do queprecisamos para nos sentirmos seguros e felizes.

Educar para a Paz começa também com a certeza profunda que a evolução e o desenvolvimentose fazem em cooperação e não em competição. Contrariamente àquilo que por vezes supomos, aHumanidade chegou até ao momento atual – com todas as mudanças extraordinárias desde a Pré-História até à atualidade – porque cooperou.

Margaret Mead, uma antropóloga cultural norte-americana (1901-1978), é protagonista de umahistória interessante. Quando um estudante lhe perguntou qual poderia ser considerado oprimeiro sinal de civilização numa dada cultura, porventura esperava que a sua resposta serelacionasse com as “evoluções tecnológicas” marcantes da antiguidade e que facilitaram asobrevivência (anzóis, recipientes de barro, pedras de moagem). Porém, esta referiu que oprimeiro sinal de civilização numa cultura antiga era um fémur (osso da coxa) que tivesse sinais deter partido e estar curado. Mead explicou que, no reino animal, partir uma perna é sentença demorte. Não se pode fugir do perigo, chegar ao rio para beber água ou caçar para comer. Passa-se a ser carne para os animais selvagens em redor. Isto é, nenhum animal sobrevive o tempo suficientepara que uma perna partida possa ficar curada. Um fémur partido com sinais de que está curadodemonstra que alguém dedicou o seu tempo a ligar a ferida de quem caiu, a transportar essapessoa para um sítio seguro e a acompanhá-la durante o tempo de recuperação. A civilizaçãocomeça quando se ajuda alguém que está em dificuldades.

A Humanidade emerge da cooperação, a civilização surgiu quando os homens se começaram aimportar uns com os outros. Quando perceberam que, em conjunto, as suas hipóteses desobrevivência aumentavam exponencialmente, num mundo cruel e violento para um simpleshumano isolado e desprotegido.Num mundo que só pode evoluir através da colaboração, onde começamos a perceber aimportância de todos – independentemente de género, nacionalidade ou cor da pele… – importatambém perceber aquilo que a compreensão da infância (e da criança) nos pode oferecer.

Cristina Tébar, no livro “Educar com o Coração – pedagogia montessori em casa” (2016), utiliza ametáfora da semente: a criança ao nascer, é como uma semente a brotar. A semente encerradentro de si toda a informação que necessita para brotar e se desenvolver (não precisa queninguém lhe diga como crescer e florir…), mas necessita de um meio e estímulos adequados paraque tal aconteça (solo, luz solar, água…). Do mesmo modo, a criança quando nasce encerra dentrode si todo o potencial do seu desenvolvimento, mas, evidentemente, beneficia de um meio queesteja preparado para si e lhe permita, o mais autonomamente possível, explorar, conhecer etreinar competências em segurança, bem como estímulos adequados à sua idade e fase dedesenvolvimento.

Olhemos então para as suas atividades/comportamentos através desta lente – da necessidadeintrínseca e autopropulsora de desenvolvimento da criança – e analisemos se tudo o que fazemosa apoia nesse desenvolvimento ou apenas dificulta (por exemplo, vestimos e calçamos a criançapor ela, ou mostramos-lhes pacientemente e por etapas como o fazer – a partir do ano e meio acriança já começa a ser capaz de vestir/despir sozinha certas peças desde que lhe demonstremcomo o fazer e lhe deem o tempo e espaço necessário para o treinar até conseguir).

Permitir que a criança faça sozinha demora mais tempo e, implica, necessariamente, mais erros,mais tentativas frustradas e, frequentemente, mais desarrumação e sujidade. Mas este é uminvestimento a longo prazo.

Quando fazemos por ela, resolvemos o problema na hora. Mas estamos a frustrá-la nas suastentativas e a impedir que, desde logo, desenvolva um sentido de competência, confiança esegurança em si própria que, mais tarde, lhe permitirá empreender atividades e projetos decomplexidade e grandiosidade crescente.
Se queremos ganhos a longo prazo, temos de investir tempo e energia agora!
A criança não é um mini adulto. Tem muitas fragilidades e muito aprender. Mas também todosnós.

Termino com um pequeno exercício de imaginação (e empatia): imagine-se a chegar a um novoemprego. Está receoso porque não sabe o que vai encontrar, mas conhece as suas competências eestá disposto a aprender para desempenhar as suas novas funções o melhor possível. Agoraimagine que tem um chefe que lhe diz continuamente que não está a fazer nada bem, que édemasiado novo, que não percebe o funcionamento da empresa, que o melhor é deixar outrocolega mais experiente fazer as coisas mais difíceis por si…
Como se iria sentir? – Desmotivado? Furioso? Zangado? Triste?

Acomodava-se à situação? Ou reagiria de forma agressiva?

É assim que as nossas crianças se sentem todos os dias… Quando lhes dizem que são demasiadopequenas… que não sabem… não conseguem… não percebem…
Nós gostaríamos de ter um chefe que nos orientasse e nos desse as condições necessárias paradesenvolvermos o nosso trabalho adequadamente e com sucesso. Da mesma forma, as nossascrianças necessitam de adultos e meios “preparados” que lhes deem as condições adequadas paraevoluírem e crescerem de forma autónoma, independente e feliz.
Não precisamos de tirar nenhuma “especialização em infância” para sabermos educar os nossosfilhos… Às vezes, basta “descomplicar”, colocarmo-nos ao nível da criança e procurar olhar omundo com os seus olhos…
A criança, um adulto em potência, realiza um trabalho extraordinário desde o nascimento até àvida adulta. E este desenvolvimento será bastante mais prazeroso e proveitoso para todos se forfeito em cooperação.Precisamos mostrar à criança que o mundo também é seu, também foi feito para si…

Precisamoscriá-la com carinho e amor, compreensão e empatia, para que mais tarde ela também saibareplicá-lo, enfrentando as dificuldades e desafios com esperança, confiança, tenacidade epersistência.

Carina Lima PereiraTécnica Superior de Psicologia // GMAPP


Coordenador Trofa
Coordenador Município , Trofa
25/06/2020 11:59
O papel da Escola, dos Professores e das Famílias no Ensino à Distância
A CONFAP - Confederação Nacional das Associações de Pais está a um realizar estudo através de um questionário, no âmbito da iniciativa Escola Amiga da Criança, em parceria com a Leya, a Católica Porto Business School, e a Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica do Porto. Este é destinado a todos os encarregados de educação e pretende-se aferir a opinião dos encarregados de educação sobre a Missão da Escola, o papel dos professores e as medidas educativas em vigor no actual contexto de pandemia de COVID-19.

Agradecemos a vossa participação.
Questionário disponível em:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeXwneX6yyAmgUwqt6WCOzzRI4OnynlSmknHzD7U5xA4-imSQ/viewform


Informações: escolaamigadacrianca@gmail.com.

b
Conteúdos
Recursos educativos promotores do sucesso escolar
Educação para a Cidadania
Nas temáticas Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável e Educação para a Saúde os alunos vão explorar, de forma ativa e lúdica, conteúdos e ações que contribuem para o seu desenvolvimento e para a construção de uma sociedade mais solidária e participativa.
Edu. Ambiental   e Desenv. Sustentável
Educação para a Saúde
Segurança Rodoviária
Igualdade de Género
Floresta
Oceano
Currículo Local
Com base nos conceito de Património e Poder Local os alunos vão conhecer o património material e imaterial do seu concelho e compreender a importância da sua participação, como cidadãos ativos e responsáveis, na construção de uma comunidade melhor.
Património Local
Poder Local
Conteúdos
Curriculares
Centenas de atividade multimédia, interativas e dinâmicas, desenvolvidas para a Educação Pré-Escolar e para o 1.º Ciclo do Ensino Básico, para serem utilizadas no jardim de infância, na escola e em casa. As crianças vão aprender ao seu ritmo e de forma criativa.
Coleção Manual Digital
Coleção My English Corner
Coleção Preparação para as Provas