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Trofa +
Este projeto, direcionado para a comunidade escolar, tem como missão promover a igualdade de acesso a uma educação de qualidade. A plataforma do projeto favorece a realização de atividades dinâmicas e lúdicas e promove conhecimentos, competências e valores que ajudam as crianças a desempenhar um papel ativo na comunidade.
Mural
Partilhar ideias, projetos, experiências e conquistas, de forma segura e interativa! O Professor e o Coordenador podem criar artigos e partilhá-los com a sua turma ou com a comunidade educativa. Todos os utilizadores podem interagir com "Gostos" e comentar os artigos publicados.
Aprende a ser um cidadão ativo!
Os alunos vão descobrir a importância de serem cidadãos ativos, responsáveis e solidários, para a construção de uma comunidade melhor. Também vão descobrir o património do seu concelho, através da exploração de incríveis animações e jogos sobre os monumentos, as personalidades, as lendas e tradições.
Desafios e Concursos
Espaço para conquistar novos desafios e crachás especiais! Com os Concursos a comunidade vai pôr à prova a sua criatividade e ganhar prémios! Estas atividades, de uma forma lúdica e interativa, apelam a uma participação ativa e a uma maior responsabilização, na construção da comunidade local.
Crachás
A plataforma atribui, de acordo com indicadores de desempenho predefinidos, crachás ao aluno quando completa uma determinada atividade. O Professor e o Coordenador podem criar crachás personalizáveis e atribuí-los aos alunos.
Multiplataforma
Sempre disponível e em qualquer formato! O mural e os recursos educativos estão disponíveis online e em dispositivos móveis (Android e IOS).
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Mural
Rede Social e Comunitária
Alda Pinheiro
Professor ,
28/05/2020 14:56
Carimbos feitos com batatas
Olá criançada!

Espero que se encontrem bem!
Deixo-vos aqui uma atividade super divertida... Um passo a passo como fazer carimbos de batatas em família. Experimenta, diverte-te muito! No final podes partilhar as fotos ou vídeos dos vossos trabalhos connosco, enviando um email para educacao@mun-trofa.pt.


Bom trabalho !
Beijinhos
Coordenador Trofa
Coordenador Município , Trofa
29/05/2020 15:35
Da fábula à vida real…
Dizem que a fábula é uma das formas mais antigas de se contar histórias. Esopo, seu criador, era um escritor sábio da Grécia Antiga que escolhia animais para personagens e, através deles, as histórias podiam retratar as atitudes das pessoas e mostrar o que era certo e o que era errado. Seguiram-se outros autores, sendo um dos mais célebres o francês Jean de La Fontaine (1621 – 1695). Hoje, as fábulas foram modernizadas para cativar mais os pequenos leitores e são recontadas por novos autores.
As fábulas são histórias com o objetivo de ensinar algo. Costumam tratar de temas comuns no dia a dia das crianças e, geralmente, utilizam animais, forças da natureza ou objetos que possuem atributos humanos (falam, pensam e agem como as pessoas).
Desta forma, as personagens cometem erros e acertos e possuem qualidades e defeitos. Ao mesmo tempo que contam uma história “real”, as fábulas remetem para um mundo mágico e imaginário, aproximando-se do universo infantil em forma de fantasia, para transmitir às crianças valores morais. As crianças aprendem por observação e por imitação do que vivenciam.
Ao ouvirem uma fábula, elas têm a oportunidade de refletir sobre suas atitudes e valores, tanto no relacionamento com amigos e colegas como com os familiares. Daí, a importância da leitura de fábulas para a educação das crianças, desempenhando de uma maneira significativa e prazerosa, o papel de transmissão, construção e reconstrução de conhecimentos e formação de atitudes e valores.
Nem sempre será necessário contar às crianças qual é a moral da história. Muitas vezes, é mais interessante deixar que elas mesmas concluam acerca da moral, de modo a que desenvolvam a capacidade de reflexão e a análise crítica.
Em determinadas ocasiões, a história pode ser somente contada, e em algum outro momento do dia a dia ela reaparecerá, trazendo consigo uma oportunidade de aplicação dentro do quotidiano da criança.
A título de exemplo, seguem algumas fábulas e a respetiva visão/reflexão que pode ser trabalhada com a criança: . “A Formiga e a Cigarra”, é uma das fábulas mais conhecidas e aborda questões sobre o presente e o futuro, gastar ou poupar e trabalhar ou aproveitar.
Reflete acerca da necessidade de trabalhar/estudar e construir um futuro próspero. Por muito tentador que pareça, lembra que não podemos ceder apenas ao ócio e ao lazer e deixar as nossas responsabilidades de lado. Mesmo nas fases mais positivas e ensolaradas, precisamos de ser conscientes e continuar a batalhar, para mais tarde, podermos colher os frutos do nosso esforço.. “A Lebre e a Tartaruga”, esta é uma história de persistência, foco e determinação.
Quando queremos mesmo alcançar um objetivo, somos capazes de vencer as nossas próprias limitações, se nos esforçarmos realmente. Pelo contrário, se tivermos confiança em excesso e apenas contarmos com nossas aptidões naturais, arriscamo-nos a "perder a corrida".. “O Cão e a Máscara”, centra-se na necessidade de aprender a ver além das aparências. Por vezes, podemos ficar tão fascinados com a imagem de alguém que nem reparamos no que está do lado de dentro, ou vice versa.
A narrativa sublinha que as nossas escolhas não devem ser superficiais e que, no fundo, é mais importante ter inteligência do que beleza.. “A Cabra e o Asno”, ajuda a perceber que a cobiça e a inveja podem levar algumas pessoas a cometer atos impensáveis de crueldade.
Serve para alertar que aqueles que conspiram para prejudicar os outros, muitas vezes acabam por se dar mal.
Posto isto, resta-me desejar excelentes leituras e reflexões!


GMAPP: Psicóloga, Ângela Mendes
Coordenador Trofa
Coordenador Município , Trofa
27/05/2020 14:41
DESCOBRE O PASSAPORTE PARA OS TEUS DIREITOS!
O Conselho da Europa protege e promove os direitos humanos de todos, inclusive crianças. Com base na Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança, na Convenção Europeia de Direitos Humanos e em outras normas legais, o Conselho da Europa promove e protege os direitos de 150 milhões de crianças na Europa.
Visita os links em baixo e aprende sobre os teus direitos!

https://www.cnpdpcj.gov.pt/direitos-das-criancas/os-teus-direitos/passaporte-dos-direitos-pdf.aspx

https://www.coe.int/en/web/children/
Coordenador Trofa
Coordenador Município , Trofa
21/05/2020 10:18
Era uma vez, no ano de 2020… - Dicas para ajudar as crianças a lidar com o COVID 19 -
Maio de 2050.
Rosalina, prepara-se para deitar o filho Xavier.
- Xavier está na hora de te ires deitar.
- Mãe, hoje quero deitar-me mais tarde.
- Vamos lá! Quando estiveres dentro da cama, eu vou contar-te uma história.
Xavier mudou o semblante e dirigiu-se logo para o seu quarto. Adorava sempre que a mãe lhe contava histórias, e o que mais gostava era quando se tratavam de histórias reais, dos tempos de outrora.
- Era uma vez, no ano de 2020, um novo corona vírus. A mãe era ainda uma criança na altura. – interrompeu, para o situar no tempo. - Era um vírus tão pequeno que não conseguíamos ver a olho nu, só o conseguíamos ver através de um microscópio. Amanhã, se quiseres, podemos ver uma imagem dele na internet para percebermos que ele tem este nome porque parece uma coroa. Chamaram-lhe Covid 19 pouco depois. – E explicou que era Co de Corona; vi de Vírus; d de doença; e, 19 de 2019 porque os primeiros casos surgiram na realidade em dezembro desse ano. Prosseguiu: - Toda a gente sabia que ele existia porque, por ser contagioso, espalhou-se muito rapidamente pelas pessoas de muitos países do mundo, através de pequenas gotículas que libertamos quando falamos, tossimos ou espirramos. Estas ao caírem para os objetos, passam para as nossas mãos quando lhes tocamos.
- E como se podia combater esse vírus?- Enquanto os cientistas tentavam descobrir mais coisas sobre o vírus, para tentar encontrar uma vacina para ele, e os profissionais de saúde estavam a ajudar as pessoas que já estavam doentes, todos os outros também podiam ajudar, não só os adultos, mas as crianças também. Se todos tivessem cuidado menos pessoas ficavam doentes. Aliás, muitas crianças foram super-heróis e ajudaram a destruir este vírus.
- Como é que fizeram mamã?
- Tomando algumas medidas, como: lavar muito bem e, frequentemente, as mãos; tossir e espirrar para o cotovelo; deitar fora o lenço de limpar o nariz sempre que o fazíamos e lavar novamente as mãos, ou lembrar de o fazer a quem ajudava a limpar o nariz; não andar sempre a levar as mãos à cara; não dar beijinhos e abracinhos a outras pessoas porque o vírus entra no nosso corpo pelos olhos, boca e nariz e… ficando em casa. Desta forma o vírus não entrava no nosso corpo e também não era passado às outras pessoas.
- E vocês, as crianças, não tinham medo? Não se saturavam disso tudo?
- Sim, filho, claro que também aconteceu. Sabes que ficar em casa, longe da escola, dos amigos e de algumas atividades que costumávamos fazer é muito chato, pode levar a alguma tristeza, saudades e aborrecimento. Mas também pode ser divertido! Ficamos com mais tempo para brincar todos juntos em casa, jogar jogos e fazer coisas que não costumávamos fazer. Também continuamos a falar e a brincar com alguns familiares e amigos por video chamadas. Lembro-me que isso me tranquilizava imenso!
- Sim, também pode ser divertido, mas eu acho que ia sentir na mesma falta de ir à escola, do futebol e dos meus amigos…
- É certo. Mas nós tivemos de ter paciência e perceber que não íamos ficar em casa para sempre. De vez em quando, nos casos em que o isolamento era apenas preventivo, podíamos dar uma pequena saída à rua, em sítios com poucas pessoas (mesmo quase ninguém) e ao ar livre. Uma coisa que ajudou muito foi mantermos as nossas rotinas de levantar, comer, estudar, brincar e dormir. Olha, eu fiz também um diário de bordo para um dia nos lembrarmos desta grande aventura em que fomos super-heróis e ganhamos esta luta contra o vírus. Também me ajudou a lidar com esta situação. Amanhã também te mostro, se quiseres.
- Quero, quero… E como venceram o vírus, como terminou?
Rosalina respirou fundo, contar a história trazia-lhe memórias de tempos passados, de uma batalha que a marcou para a vida!
- Bom, o certo que as pessoas cresceram enquanto pessoas, entendes? Tornaram-se mais solidárias e empáticas. Aprenderam a valorizar mais as pequenas coisas, não materiais…
Quando se preparava para contar o desfecho, olhou para o Xavier, com ternura. O pequeno tinha adormecido… beijou-lhe a face e afagou-lhe o cabelo. E recordou-se de como é bom poder voltar a tocar… 30 anos passados quase que já não se recordava da falta que sentiu destes gestos… Como é bom voltar a dar valor!

Trofa, 21 de maio de 2020 | Autoria: GMAAP -Psicóloga-Ângela Mendes
Coordenador Trofa
Coordenador Município , Trofa
12/05/2020 10:00
A criança independente – a descoberta do método Montessori “Ajuda-me a fazer sozinho” Maria Montessori
Um dos maiores desafios que teremos na nossa vida será, sem dúvida, a maternidade/paternidade.
Criar e educar um ser, coloca-se-nos como a mais simples tarefa (afinal, a espécie humana sobrevive há milhares de anos, sem precisar de manuais ou estudos científicos sobre parentalidade), mas também como a mais complexa e árdua. Inevitavelmente, deixamo-nos invadir por expectativas, desejos e ideias sobre o pequeno ser que cresce e se desenvolve perante nós. Gostaríamos que fosse feliz, bem-sucedido, respeitador, elemento ativo da sociedade…
Ironicamente – ou porque a Natureza é de facto mais sábia que qualquer arquitetura humana - quando nascemos trazemos já a “programação básica” para que esse desenvolvimento seja bem-sucedido. Como pais, caber-nos-ia apenas proporcionar as condições adequadas e seguras, para que a criança se possa desenvolver em todo o seu potencial.

Mas, para além da bagagem cultural, social, familiar que carregamos connosco, vivemos também na “sociedade de informação”, que nos inunda diariamente com estudos, métodos, dicas e conselhos, sobre como “ser um bom pai/mãe” e “criar uma criança feliz”.
Perdidos no meio de tanta informação, e por vezes “esmagados” por entre tantos outros deveres que nos são exigidos, caímos na “tradição” … a palmada, o castigo, o grito… tantas vezes mais a expressão da nossa própria frustração, do que uma resposta ao comportamento da criança. Sentimo-nos afastados de nós, e dos nossos filhos…

No meu percurso, enquanto mãe e enquanto profissional, tenho dedicado atenção a um método que me cativou – o método montessori – porque parte da criança para a criança, fundamenta-se no estudo e observação desta, para compreender as suas características, necessidades e ritmos.
O método Montessori propõe-se contribuir para o desenvolvimento de crianças autónomas, independentes, responsáveis e capazes de pensar por si mesmas. Objetivos ambiciosos, mas que se têm revelado verdadeiros em várias escolas e contextos de implementação pelo mundo.
Maria Montessori (1870-1952) foi uma educadora, médica e pedagoga italiana - uma das primeiras mulheres a se formar em medicina em Itália, rebelando-se contra estereótipos e preconceitos da época. E também na forma de ver a criança se fez revolucionária.
Montessori estudou as crianças ao longo de mais de 50 anos, observando os seus comportamentos em diferentes contextos sociais, históricos e geográficos. Deste estudo, descobriu várias constantes no desenvolvimento infantil e também suas variações. Percebeu de onde vem o interesse da criança, e como o manter; como preparar o melhor ambiente para o seu desenvolvimento natural, e como conversar com elas de forma pacífica. E Montessori descobriu que, em momentos diferentes da vida, a criança tem necessidades e comportamentos diferentes.

Para compreender melhor este conceito podemos dar, como exemplo, a criança de 2/3 anos. É difícil manter uma criança desta idade parada por muito tempo. Ela corre, pula, sobe, desce, escala. E ri-se feliz no meio de todo este frenesim. Nós, adultos, cansados e muitas vezes alheados nos nossos pensamentos e concepções, apenas queremos que ela pare um pouco. Pedimos, imploramos, gritámos. Irritamo-nos e procurámos travá-la. A criança chora. No nosso mundo de adultos, pensámos que ela chora porque queria movimentar-se. Montessori permite-nos perceber que ela chora, porque necessita movimentar-se. A necessidade de movimento. E é essa necessidade que determina o seu comportamento.

Se conseguirmos compreender quais as necessidades que caracterizam cada fase de desenvolvimento da criança, torna-se muito mais simples perceber o seu comportamento e procurar dar-lhe alternativas que permitam satisfazer essa necessidade sem “destruir a casa” (e a nossa paciência). Por outro lado, compreender quais as necessidades inerentes a cada fase, permite-nos também exponenciar o seu desenvolvimento. Montessori introduz-nos assim no conceito de períodos sensíveis, momentos em que a criança estará particularmente disponível para desenvolver certas competências e adquirir determinadas aprendizagens.

Diferentes estudos realizados atualmente no campo das neurociências, têm vindo a comprovar várias das premissas que o Montessori vem defendendo há mais de 100 anos, tais como a conexão entre movimento e aprendizagem (o movimento promove o desenvolvimento da capacidade de raciocínio); a relação entre mãos e cérebro (a importância do contacto com o mundo, e da manipulação dos objetos para interiorizar e compreender conceitos); ou o incentivo à colaboração (as salas montessorianas são compostas por alunos de diferentes faixas etárias, onde os mais novos vão aprendendo por observação dos mais velhos e com o apoio destes; e os mais velhos têm oportunidade de treinar competências e consolidar conhecimentos nesta interação).
Portanto, este é o convite que hoje trago. Descobrir Montessori, para pais, educadores e todos aqueles que trabalham com crianças, observando-as, conhecendo-as e confiando nas suas capacidades. Deste modo, relembramo-nos que as birras não são mais do que necessidades insatisfeitas. Pode ser fome, sono, sede… ou necessidade de se movimentar, de falar, de abraçar… Pergunte-se, em cada momento: “Do que o meu filho precisa? Do que eu preciso? Qual a necessidade subjacente ao seu comportamento? E ao meu?” Esta consciência e compreensão aproximar-nos-á deles… e de nós próprios.

Parafraseando novamente Maria Montessori “A primeira tarefa da educação é agitar a vida, mas deixando-a livre para que se desenvolva”.

Carina Lima Pereira Técnica Superior de Psicologia // GMAPPTrofa, 8 de maio de 2020
Coordenador Trofa
Coordenador Município , Trofa
11/05/2020 14:37
Exploração de sentimentos e emoções!
Partilhamos na plataforma mais uma atividade proposta pelo nosso Gabinete Municipal de Acompanhamento Psicológico e Pedagógico, neste caso proposto pela Psicóloga, Ângela Mendes.
Ao longo da semana vamos partilhar mais atividades, fiquem atentos e bom trabalho! Basta clicar no link em baixo.

https://wordwall.net/resource/2112809/descobre-qual-%c3%a9-o-sentimento

Alda Pinheiro
Professor ,
07/05/2020 14:17
Descobre as diferenças
Olá criançada!
Espero que se encontrem bem, presumo que empenhados a realizarem as vossas atividades escolares ;) Mas sei que vão tirar um tempinho para resolver este desafio!! :)
Observa bem a imagem e descobre as diferenças na imagem da esquerda em relação à da direita! Quantas diferenças encontraste?! Deixa a tua resposta, para isso basta responder a esta publicação, clicando em comentar .
Beijinhos
Turma 23E Esprela
Professor , Trofa
04/05/2020 22:48
Expressão Plástica
Apesar de confinados, sem aulas presenciais, os alunos da turma 23 E continuam empenhados e entusiasmados nas suas tarefas.
Muitos parabéns!
Turma 23E Esprela
Professor , Trofa
05/05/2020 17:07
Dia Mundial da Língua Portuguesa
Hoje, dia 5 de maio assinala-se o Dia Mundial da Língua Portuguesa.

Somos muitos a falar a Língua de Luís de Camões, de Eça de Queirós, de Fernando Pessoa, de Jorge Amado, de José Manuel Agualusa, de Ondjaki, de tantos outros que não consigo nomear.
Partilho um poema que nos fala da nossa raça, da nossa luta, da nossa coragem e do nosso povo.

MAR PORTUGUÊS
Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena?
Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.

s.d.Mensagem. Fernando Pessoa. Lisboa: Parceria António Maria Pereira, 1934 (Lisboa: Ática, 10ª ed. 1972). - 70.




Coordenador Trofa
Coordenador Município , Trofa
05/05/2020 11:56
Criança: essa pessoa de pleno direito.
Vivemos tempo de isolamento e restrições.
E embora esta nova realidade que nos surgiualgo abruptamente, tenha obrigado (e obrigue ainda) a numerosas adaptações no nosso dia-a-diaque, por si mesmas, absorvem muita da nossa energia, porventura, poderá dar-nos também umpouco mais de espaço e tempo para observarmos a realidade com um outro olhar.
O que proponho hoje, na linha desta reflexão, é a observação da criança. Da nossa criançaque corre pela casa, que ora grita e ri feliz, ora chora e protesta zangada, que ora se concentra econstrói algo, ora desiste aborrecida e procura a nossa ajuda. Uma observação, sem crítica nemjulgamento.
Maria Montessori, uma pedagoga italiana que dedicou a sua vida à observação e estudo dacriança, deixando um legado que revolucionou a educação, dá-nos algumas pistas de como nostornarmos um OBSERVADOR ATENTO e na importância que esta postura assume na relação com acriança e como tal contribui (positivamente) para o seu desenvolvimento, para a sua autonomia e,ultimamente, para a sua Felicidade.
Isto porque, se conseguirmos por 10 minutos que sejam, observar a nossa criança ou onosso bebé em silêncio, aprenderemos mais sobre ela do que qualquer livro nos possa ensinar.
Aprenderemos sobre os seus gostos, as suas expressões, os seus gestos, os seus interesses, a suafase, as suas necessidades, o seu ritmo…
É incrível o poder de dez minutos diários de observação. Colocando-nos de um ângulo emque a criança não se sinta observada, anotemos (na nossa mente, ou, se preferir, num pequenobloco) o que esta faz com o corpo e com o rosto… No que é que demonstra interesse, entusiasmoou motivação… Onde se observam dificuldades ou vontade de fazer diferente… Mais tarde,poderemos anotar também descobertas e reflexões.
A observação e o silêncio são subestimados e desvalorizados, confundidos com inatividadee apatia. Mas, efetivamente são dos instrumentos mais valiosos que podemos ter na relação coma criança, embora também dos mais difíceis de alcançar.
Conseguirmos parar, e simplesmente observar, sem pressa nem julgamento (da criança oude nós próprios – a casa que não está arrumada, o brinquedo que não é didático…), requer umtreino contínuo. Conseguirmos fazê-lo, libertando-nos de todos os rótulos a que nos habituamos
(é calmo, é ansioso, é agressivo, é meiguinho, gosta de coisas de montar, gosta de destruir…) é umtrabalho árduo, mas fundamental.
Se puder, continue no dia seguinte… ou daí a dois dias, ou daí a uma semana… Mesmo queo faça apenas de vez em quando, quando encontra a disponibilidade mental e emocional para oconseguir, isso já fará a diferença. Mantenha a intenção consigo e, aos poucos, começará a fazê-lointuitivamente, quase sem ter que pensar nisso. Ao parar e simplesmente observar, vamos olhar edescobrir o nosso filho de um modo inteiramente novo.

Carina Lima PereiraTécnica Superior de Psicologia // GMAPPTrofa, 22 de abril de 2020
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Conteúdos
Recursos educativos promotores do sucesso escolar
Educação para a Cidadania
Nas temáticas Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável e Educação para a Saúde os alunos vão explorar, de forma ativa e lúdica, conteúdos e ações que contribuem para o seu desenvolvimento e para a construção de uma sociedade mais solidária e participativa.
Edu. Ambiental   e Desenv. Sustentável
Educação para a Saúde
Segurança Rodoviária
Igualdade de Género
Floresta
Oceano
Currículo Local
Com base nos conceito de Património e Poder Local os alunos vão conhecer o património material e imaterial do seu concelho e compreender a importância da sua participação, como cidadãos ativos e responsáveis, na construção de uma comunidade melhor.
Património Local
Poder Local
Conteúdos
Curriculares
Centenas de atividade multimédia, interativas e dinâmicas, desenvolvidas para a Educação Pré-Escolar e para o 1.º Ciclo do Ensino Básico, para serem utilizadas no jardim de infância, na escola e em casa. As crianças vão aprender ao seu ritmo e de forma criativa.
Coleção Manual Digital
Coleção My English Corner
Coleção Preparação para as Provas